Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010
E finalmente foi hoje!
Inscrever-me na Juventude Social Democrata.
Bem sei que não tenho dado muito uso a este meu espaço, mas espero a partir de agora começar a ficar mais activado. Não digo que vá postar todos os dias ou todas as semanas, mas espero escrever aqui com mais frequência.
Hoje foi um dia importante pois marca o meu início num partido, a partir de agora vou ver o que vou conseguir realizar e nas actividades que irei participar.
Espero participar em várias actividades e acções e claro está deixar aqui a minha opinião sobre aquilo a que for.
Também quero continuar a criticar as notícias correntes, se bem que ultimamente se comentasse cada erro que vejo feito, tinha aqui muito que escrever, fico-me assim pelos assuntos mais importantes quando achar apropriado e tiver vontade para tal.
Sexta-feira, 4 de Junho de 2010
E viva o facilistimo!
A ministra da Educação afirmou que a possibilidade de alunos do 8º ano, com mais de 15 anos, transitarem para o 10º se passarem nos exames nacionais e nas provas das disciplinas do 9º, não tem «nada a ver com facilitismo, é ao contrário: mantém a exigência».
«O exame é o mesmo, mas dá a possibilidade àqueles que, por alguma razão, tiveram uma repetência que não lhes permitiu completar na idade própria a possibilidade de estudarem, prepararem-se e apresentarem-se a exame», defendeu Isabel Alçada, no Parlamento, recordando que a medida «vem na sequência do alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos».
«É uma medida que vai suscitar que aqueles que têm capacidade de ter uma força de vontade para estudar apresentarem-se aos exames a que todos os outros também se apresentam e, no caso de não haver exame, a escola faz um exame», explicou a responsável, sublinhando que a possibilidade implica «esforço e estudo próprio».
Isabel Alçada referiu ainda que o alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos previa, desde o início, «percursos individualizados de avanço no sistema educativo».
in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=61&id_news=453734
E viva as medidas que são tomados no sentido de facilitar cada vez mais a educação, por si só já tão fácil.
E assim continuamos a arruinar um sistema de educação, que já era mau, e com estas medidas só se tornará pior.
No entanto, se o objectivo é formar a geração mais estúpida e inculta de sempre, aí tenho de dar a mão à palmatória, e dar aos meus parabéns ao governo, ao ministério da educação e em especial à senhora ministra da educação.
Quarta-feira, 21 de Abril de 2010
Uma vergonha...
Parlamento vai pagar viagens a Inês de Medeiros
"Nesse sentido, o documento sustenta que Inês de Medeiros tem direito a uma viagem semanal de avião para Paris; às ajudas de custo correspondentes aos 25 quilómetros da deslocação entre o aeroporto e a sua residência; e a ajudas de custo equiparadas a um deputado não residente em Lisboa. Um parlamentar eleito por Lisboa e que viva na capital ou nos concelhos limítrofes recebe 23 euros por cada dia de presença nos trabalhos parlamentares. Os restantes recebem 69 euros por dia. "
in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=169818
Voto de qualidade de José Lello aprova pagamentos das viagens
in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=169883
Simplesmente vergonhosos os subsídios que são pagos aos deputados... Em tempo de crise como estão sempre a falar, com um défice cada vez maior e dificuldades em todos os sectores, vemos estes abusos serem cometidos com o maior impunidade e aceitação...
Ainda por cima são aqueles que nos dizem que é necessário tomar medidas extraordinárias e de contenção que cometem estas atrocidades... São estes que não hesitam em abdicar destes pagamentos ou ainda melhor, a mudarem as leis que lhes permitem recebe-los. Neste ponto nenhum tem a decência e o bom senso de modificar. Porquê? Porque claramente lhes convém. A crise é só para os outros. Onde se tem de poupar é nos gastos dos funcionários públicos e não nos balúrdios que todos os meses são retirados dos cofres do Estado (ou melhor do bolso dos contribuintes) para alimentar estes parasitas da nação.
Alguém tem de mudar esta situação... Alguém com honestidade e seriedade deveria chegar-se à frente e dizer: "Isto assim não pode continuar! Estas despesas desnecessárias têm de ser abolidas!".
Não temos condições financeiras para manter este desperdício de recursos...
Mas claro que à classe política da Nação interessa mexer em tudo menos nas coisas que realmente importam. Criticam-se uns aos outros, apontam erros cometidos e que as medidas são ineficazes mas nada fazem em relação a isto.
A isto e a muitas outras coisas... Mas isto é algo inimaginável num país que se diz em crise...
Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
Ao menos isto...
O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, garantiu hoje que não irão ser cobradas taxas pelo uso do multibanco, já que o Estado irá utilizar a faculdade que a lei dá para tomar essa opção.
“Iremos usar a faculdade que a lei nos dá para que se torne bem claro que não serão cobradas taxas pelo uso do multibanco”, afirmou Teixeira dos Santos, durante o debate do programa do Governo, em resposta a uma questão colocada pelo deputado do BE José Guilherme Gusmão.
Acerca da possibilidade de vir a ser cobrada uma taxa pelo uso do multibanco, Teixeira dos Santos começou por recordar que recentemente foi transposta para a ordem jurídica portuguesa uma directiva comunitária relativa a esta matéria.
Contudo, sublinhou, nos termos do decreto-lei que transpõe a directiva para a ordem jurídica nacional “fica reservado através de dispositivo legal subsequente a possibilidade de nós podermos regulamentar a opção que a directiva define de possibilidade ou não de cobrança de taxas no uso dos meios de pagamento em causa”.in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=419497
Ao menos não vão cobrar taxas... Os bancos não podem aumentar os seus lucros através destas esquemas "manhosos" e ainda bem que ao menos o Governo teve o bom senso de não impor esta taxa em vigor que iria prejudicar tudo e todos(excepto os bancos, é claro).
Às vezes, ainda tenho alguma esperança no Governo, quando tomam medidas como estas, oxalá seguissem sempre os caminhos mais "correctos", mas infelizmente só em algumas situações acontece.
Não se deve sobrecarregar ainda mais os portugueses com despesas que não interessam a ninguém, não existe nenhuma vantagem nesta taxa, os bancos não perdem dinheiro por não receberem um pagamento por cada levantamento. Só iria provocar um decréscimo nos levantamentos e talvez mais pedidos de dinheiro ao balcão directamente.
Espero que mantenham esta posição "eternamente".
Sábado, 17 de Outubro de 2009
Ex-Ministra da Educação sem resposta
Pedro Feijó, delegado dos alunos no Conselho Pedagógico do Liceu Camões, foi um dos participantes da cerimónia do 100º aniversário da escola, ao lado do Presidente da República,
Alunos do Liceu Camões arrasam legado de Lurdes Rodrigues
Aníbal Cavaco Silva, e da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, além do director da escola e do médico João Lobo Antunes, um dos antigos alunos.
Pedro Feijó, que discursou de improviso, criticou o que disse serem os «entraves que foram postos à democracia nas escolas pelas novas políticas de Educação» e «a linha de orientação errada que a Educação tomou», acusações que não mereceram qualquer reacção da ministra no discurso que fez de seguida.
«O que o Ministério fez foi tirar credibilidade à democracia dentro e fora da escola», sublinhou.
Entre os exemplos que considera negativos das políticas educativas do Governo cessante, o aluno apontou o novo Estatuto do Aluno, considerando que, em vez de falar dos estudantes como «os agentes construtores da escola, fala como essas pessoas iguais e padronizados, que vêm às escolas apenas para fazer os seus testes e competir por um futuro que não é garantido e que devia ser um direito».
Outro exemplo daquilo que considerou «um dos maiores ataques à democracia» é o novo modelo de gestão das escolas, que «tira a representatividade e o poder aos estudantes e outras classes nos órgãos de gestão, dando-o a agentes exteriores à escola».
«Por melhor que essa colaboração pudesse ser, não podemos prescindir de direitos tão fundamentais como a eleição do director da escola e a elaboração do regulamento interno», sublinhou, motivando fortes aplausos entre a audiência.
Mas, para o jovem estudante, pior do qualquer lei, «foi a atitude do ministério».
«Desprezou manifestações com milhares de estudantes, só por sermos menores, como se por sermos estudantes de secundário não tivéssemos uma palavra a dizer. Desprezou abaixo-assinados, incluindo um com dez mil assinaturas de estudantes, que pediram a revogação destas leis. Desprezou manifestações com várias dezenas de milhar de professores que lutavam pelos seus direitos, pelas suas escolas», sustentou.
Lusa / SOL
in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=151039
Até que enfim que vejo um estudante falar como deve de ser, não como alguns que aparecem na televisão a reivindicar parvoíces e sem dizer nada de jeito.
Este apresentou o ponto de vista de milhares de estudantes, com argumentos válidos e irrefutáveis.
Esta ministra a meu ver foi uma das piores ministras de sempre. Criando um mundo surreal para a educação e não querendo ver factos e argumentos de ninguém. Uma ministra muito pouco acessível que não respondia a críticas e só piorou o sistema de educação, com a introdução de um facilitismo crescente.
Criou um descontentamento enorme na classe dos professores e nos alunos. Acabou com vários direitos das escolas e pouco se quis importar com a aceitação de medidas controversas e que tiveram como único objectivo piorar a educação.
E quando confrontada com o discurso deste estudante, remete-se ao silêncio, pois não tinha mais nada a dizer. Aliás até acho que foi o melhor que teve a fazer, ficar calada, porque já chegou 4 anos a falar @X+*! , felizmente que não voltará neste próximo governo, pois sem dúvida deixou um legado péssimo e com graves consequências para os actuais estudantes.
E no seu discurso final(penso eu) nem sequer deu um agradecimento ao trabalho desenvolvido pelos professores apesar de tantos ataques à sua classe. E assim se vê a categoria desta senhora, que nunca deveria ter chegado ao governo.
Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
PSD e a instabilidade...
A instabilidade passa cá para fora e ninguém que esteja indeciso, vai votar num partido que mostra estar dividido. Em que nem todos apoiam o secretário/a geral, logo acabam por se virar para o PS, onde pelo menos mostram um partido coeso, em que todos caminham na mesma direcção.
A meu ver Manuela Ferreira Leite não tem o perfil necessário para liderar o PSD, é necessário alguém com outro estilo e postura, se é que o partido quer vir a estar no poder.
O PS pode não ter governado da melhor forma, mas quando os indecisos encaram o PSD como uma alternativa não viável, o voto recai nos mesmos novamente.
É urgente uma mudança de líder do partido, mas uma mudança o mais consensual possível e que te tenha o apoio de todos. É necessário que o partido se mostre unido e coeso, a avançar no mesmo sentido e assim talvez se possa dar uma mudança.
Domingo, 11 de Outubro de 2009
Mais umas eleições...
Após mais um dia de eleições, em que para não variar houve uma elevada abstenção. E assim eleição após eleição é apenas uma pequena parte da população que realmente tem voto na matéria.
No entanto, o meu intuito em estar a "postar" é revelar e mostrar a minha profunda indignação por mais uma vez a CDU ter ganho as eleições no meu distrito, concelho e freguesia.
E isto não porque eu seja contra os partidas da esquerda no geral, ou em especifico contra a CDU, mas sim porque durante o tempo todo que têm estado no poder nesta região, nada tem sido feito que me faça dizer, afinal estão lá para alguma coisa...
Setúbal é hoje um dos distritos em que a criminalidade é maior, em que a insegurança aumenta cada vez mais e nada vejo a ser feito para mudar a situação.
Portanto suponho eu na minha ignorância, que quando não se vê nada feito por parte de um partido se mude para ver se se consegue algo melhor, no entanto aqui parece que a população gosta de insistir no mesmo, por alguma espécie de capricho. E a meu ver esta insistição deve-se a profunda ignorância e falta de conhecimento da população em geral desta zona. Pois votam todos no mesmo, sem que haja resultados de uma boa governação.
E uma zona que naão avança, nem tem progresso, apesar do que eles possam dizer, na prática não se vê nada.
E é isto que me deixa revoltado e triste... Estarem a votar sempre no mesmo, é simplesmente pura estupidez democrática(se é que isto existe).
E aqui fica o meu protesto contra a ignorância e contra a estagnação na evolução desta terra e deterioração de muitas situações na zona em que vivo.